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Descupinizadora em Maua

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DDBonsai Descupinização e Dedetização, Todos os Nossos Técnicos são especializados em Descupinização, principalmente em cupins subterrâneos, cupins de solo, cupins de madeira seca, brocas “carunchos”, durante a vistoria analisam e Identificam o tipo de cupim a ser eliminado e definem o melhor Tratamento de acordo com infestação seja em um Móvel ou nas paredes do Imóvel , solicite orçamento de descupinização já! 0800-7708121 ou por WhatsApp: (11)93805-3333.

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INTRODUÇÃO

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Os cupins são também conhecidos por térmitas, formigas brancas (operários), siriris ou aleluias (alados reprodutores). São insetos da ordem Isoptera (iso = igual; ptera = asas).

Atualmente, existem cerca de 2.800 espécies de cupins identificadas, distribuídas principalmente em regiões tropicais e subtropicais, com algumas espécies em lugares de clima temperado e outras em regiões desérticas.

Os cupins se alimentam de materiais celulósicos e lignocelulósicos como: madeira viva (árvores), madeira morta (em diferentes estágios de decomposição), gramíneas, raízes, sementes, fezes de herbívoros, húmus, etc.
A digestão da celulose é feita com auxílio de microorganismos simbiontes intestinais: bactérias, fungos ou flagelados. As espécies que causam danos à madeira são principalmente das famílias Kalotermitidae e Rhinotermidae.

O número de espécies importantes é relativamente pequeno, mas estas espécies tendem a apresentar distribuição ampla. Sua expansão é facilitada pelo transporte de madeira pelo homem de uma região para outra e pelas condições favoráveis encontradas em cidades.
A falta de conhecimento do comportamento e da biologia de cupins é um dos fatores que mais prejudica o seu controle pelo menos de maneira satisfatória. O conhecimento dos cupins pragas urbanas ainda é muito deficiente em nosso país e até hoje, apesar de novas pesquisas, pode ser considerado insuficiente.

É interessante frisar, neste momento, que o uso de alguns produtos para o controle de cupins é restrito a entidades especializadas e, mesmo produtos de venda livre devem ser manipulados com segurança, por profissionais que conheçam o seu ofício.

De riscos de contaminação, conservando o meio ambiente. O ponto mais importante na contratação de uma empresa profissional é a certeza de estarem utilizando as ferramentas corretas para fazer o controle, com toda a segurança para os moradores ou freqüentadores da estrutura tratada e os termos de garantia de controle e licenças de funcionamento expedido pelo Centro de Vigilância Sanitária e Ministério da Saúde, onde a eficiência dos produtos e a segurança do ser humano são tratadas com responsabilidade, diminuído o máximo.

BIOLOGIA DOS CUPINS – DDBonsai Descupinização e Dedetizadora

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Os cupins ocorrem nas áreas tropicais e temperadas do mundo, entre os paralelos 52o N e 45o S. Reúnem-se todos na Ordem Isoptera (do grego, isos = igual, ptera = asas, pois os alados apresentam dois pares de asas quase iguais).
A Ordem Isoptera tem mais de 2800 espécies descritas. Excluídos os fósseis, estão representados nas Américas por cerca de 90 gêneros em 05 famílias, com cerca de 640 espécies.
Registram-se no Brasil cerca de 290 espécies em 67 gêneros. Este número de espécies é seguramente subestimado, pois há muitas espécies novas para descrever e outras, já descritas, provavelmente serão assinaladas no nosso meio.
Os cupins são mundialmente conhecidos por térmites (do latim, termes = verme). O nome cupim é de origem Tupi e, portanto, genuinamente brasileiro.
Cupins são insetos sociais. Assim, há completa interdependência entre os indivíduos. As comunidades possuem indivíduos de diferentes morfologias (castas), adaptadas ao trabalho que desempenham. As colônias de cupins apresentam, basicamente, três castas de indivíduos: alados, soldados e operários.

Em uma colônia saudável também encontram-se ovos e jovens. Soldados e operários são designadas castas neutras, por serem estéreis. Porém, diferentemente das abelhas e formigas (cujas castas não reprodutoras são compostas exclusivamente por fêmeas), soldados e operários de cupins preservam o sexo genético, bem como resquícios do aparelho genital e das gônadas, correspondentes ao respectivo sexo.
Assim, na língua portuguesa, é incorreto falar em “operárias” de cupins para designar uma casta composta por fêmeas e machos. As comunidades de cupins vivem em ninhos.

O conjunto comunidade e ninho constitui a colônia. O ninho varia enormemente em complexidade arquitetural, dependendo da espécie considerada.
Pode ser representado por simples conjunto de túneis difusos pelo solo e sem padrão arquitetônico bem definido, até uma construção muito elaborada, de padrão bem definido e de grande beleza plástica.
Alguns ninhos podem atingir grandes dimensões, seja em altura, seja em diâmetro.
Os ninhos preservam as condições microclimáticas (especialmente temperatura e umidade) adequadas à vida saudável de todos os indivíduos.
Além de moradia o ninho provê segurança contra inimigos e contra as adversidades do meio ambiente.
Nele se abrigam todos os indivíduos que não estão envolvidos em atividade externa de forrageamento (procura e coleta de alimento), os reprodutores e os imaturos em várias fases de desenvolvimento.
A alimentação dos cupins é constituída basicamente de materiais de origem vegetal. Entretanto cupins urbanos podem atacar materiais de natureza bastante diversa como: gesso, plástico, couros, tijolos, argamassa, mantas impermeabilizantes, etc.
Os cupins desempenham papéis ecológicos fundamentais nos ecosssitemas naturais. São importantíssimos na reciclagem dos nutrientes acumulados nos tecidos vegetais.
Atuam na aeração e drenagem do solo, bem como transportam os nutrientes entre os seus perfis. Participam ativamente no processo de gênese de alguns tipos de solo. Mantém, também, complexas relações ecológicas (competição, simbiose, predação, parasitismo, comensalismo, etc) com diversas espécies de organismos.

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O QUE É CUPIM ? 

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O cupim (no Brasil), térmite ou térmita (em Portugal), muchém (em Moçambique) ou salalé (em Angola), ou ainda, formiga-branca, é um inseto eusocial da ordem Isoptera, que contém cerca de 2.800 espécies catalogadas no mundo.
Esses insetos são mais conhecidos por sua importância econômica como pragas de madeira e de outros materiais celulósicos, ou ainda pragas agrícolas, entretanto, apenas cerca de 10% das espécies conhecidas de cupins estão registradas como tal.

Em número de espécies, a ordem Isoptera deve ser considerada intermediária entre os insetos, já em termos de biomassa e abundância, os cupins apresentam enorme significância e podem ser comparados às formigas, minhocas, mamíferos herbívoros das savanas africanas ou seres humanos, por exemplo, estão entre os mais abundantes invertebrados de solo de ecossistemas tropicais.
Esta grande abundância dos cupins nos ecossistemas, aliada à existência de diferentes simbiontes, confere a estes insetos a possibilidade de desempenhar papéis como o de “super decompositores” e auxiliares no balanço Carbono-Nitrogênio.
Mais espécies de cupins podem ser encontradas num único hectare de floresta ou savanas tropicais do que em toda a América do Norte e Europa juntas. Cupins podem chegar facilmente ao nono andar de um prédio.

Taxonomia

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Os cupins são insetos hemimetábolos, com metamorfose gradual, e aparelho bucal mastigador; são ortopteróides e formam um grupo monofilético como as baratas e os louva-deus, os Dictyoptera = (Blattaria + Isoptera) + Mantodea.
Muito vem sendo discutido a respeito das relações internas dentro de Dictyoptera, inclusive, se a ordem Isoptera deve ou não continuar sendo utilizada, já que um gênero de baratas que vivem em madeira (Cryptocercus) é filogeneticamente mais próximo dos cupins do que das demais baratas.
Desta forma as baratas seriam um grupo parafilético, mas também se poderiam considerar os cupins como uma família (Termitidae) dentro de Blattaria: Blattaria = Outras Baratas + (Cryptocercus + Termitidae).
A classificação mais aceite divide a ordem Isoptera em sete famílias: Mastotermitidae, Hodotermitidae, Termopsidae, Kalotermitidae, Rhinotermitidae, Serritermitidae e Termitidae.
As seis primeiras são os chamados cupins “inferiores” (que apresentam protozoários simbiontes para produção da celulose, como a triconinfa ou a Mixotricha paradoxa) e a família Termitidae, que inclui mais de 70% dos cupins do mundo, são os chamados cupins “superiores” (que possuem bactérias para produzirem a sua própria celulose).
No Brasil são encontradas apenas as famílias: Kalotermitidae, Rhinotermitidae, Serritermitidae e Termitidae.
Os Kalotermitidae são capazes de viver em madeira seca sem contato com o solo e nunca constroem ninhos.
Os Rhinotermitidae são na maioria subterrâneos e se alimentam de madeira, e alguns deles são pragas importantes.
Serritermitidae, até recentemente continha uma única espécie, Serritermes serrifer, que ocorre apenas no Brasil.
Novas evidências indicam que Glossotermes oculatus, espécie da Amazônia previamente incluída em Rhinotermitidae, também pertence a Serritermitidae.

A família Termitidae é bastante diversificada, e compreende cerca de 85% das espécies de cupins conhecidas do Brasil. Dentre os Termitidae, alguns são comedores de madeira, de folhas, de húmus, e também cultivadores de fungos (que não ocorrem no Brasil), e muitos constroem ninhos grandes e complexos.
Estes ninhos, em muitas espécies constituem as chamadas termiteiras ou termiteiros. São montes de forma aproximadamente cilíndrica que podem atingir até nove metros de altura. São feitos de uma pasta de terra, fragmentos de madeira, excrementos e saliva produzida pelas próprias térmitas.
Para se deslocarem à superfície protegendo-se dos seus predadores (formigas, aves, etc.) e evitar a luz do sol, constroem com grande rapidez túneis em que usam o mesmo tipo de pasta.

Colônia – DDBonsai Descupinização e Dedetizadora

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Dejeto de cupim ao canto de uma mesa de madeira.
Todos os cupins são eussociais, possuindo castas estéreis (soldados e operários). Uma colônia típica é constituída de um casal reprodutor, rei e rainha, que se ocupa apenas de produzir ovos; de inúmeros operários, que executam todo o trabalho e alimentam as outras castas; e de soldados, que são responsáveis pela defesa da colônia.
Existem também reprodutores secundários (neotênicos, formados a partir de ninfas cujos órgãos sexuais amadurecem sem que o desenvolvimento geral se complete), que podem substituir rei e rainha quando esses morrem, e às vezes ocorrem em grande número numa mesma colônia.
Os membros da família Kalotermitidae não possuem operários verdadeiros, mas esse papel é desempenhado por ninfas (pseudo-operários ou “pseudergates”) que retêm a capacidade de se transformar em alados ou soldados.
Existem também cupins desprovidos de soldados, como é o caso de todos os representantes neotropicais da subfamília Apicotermitinae. Alguns cupins possuem dois ou três tipos de soldados, sempre de tamanhos diferentes, e às vezes morfologicamente tão distintos que poderiam passar por espécies diferentes.
A dispersão e fundação de novas colônias geralmente ocorre, num determinado período do ano, coincidindo com o início da estação chuvosa. Nessa época ocorrem as revoadas de alados (chamados popularmente de siriris ou aleluias), dos quais alguns poucos conseguem se acasalar e fundar uma nova colônia.

CURIOSIDADES SOBRE CUPIM – DDBonsai Descupinização e Dedetizadora

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Os cupins, dentre os organismos vivos, compõem o grupo de nomenclatura mais uniforme. Dos 283 gêneros da Ordem, apenas seis não têm seus nomes com o sufixo “termes”.
Cada nome de gênero tem um significado e é criado com algum tipo de intenção, este cupim é “sempre precedido por uma protuberância nasal” invejavelmente longa.
Conheça outras curiosidades sobre o significado dos nomes dos cupins das Américas.

Arte Termítica

Ciência e Arte têm muita coisa em comum. Exigem dedicação, esforço, renúncia, persistência, insatisfação e criatividade. São, talvez, as formas mais nobres da criação humana.
Os cupins também inspiram os artistas, que utiliza em suas obras, exclusivamente, os resíduos produzidos pelos cupins de madeira seca.
O artista desenvolveu, ao longo de anos de pesquisa artística e observação termitológica, uma técnica que lhe permite obter dezenas de tonalidades de resíduos e utiliza-las na composição de suas obras.
O Segredo da Juventude

Insetos costumam ter uma vida reprodutiva bastante curta. Geralmente a maior parte de sua vida é passada nas fases imaturas. Os cupins são, provavelmente, o grupo de insetos que apresentam a mais longa vida adulta reprodutiva.
Não se sabe exatamente quantos anos uma rainha de cupim pode viver, O Cupim subterrâneo ou também conhecido como Cupim de Solo ou cupim de concreto, são insetos extremamente vorazes, mas existem registros que sugerem longevidade de mais de 40 anos em algumas espécies.
Será que os estudos da genética dos reprodutores de cupins não podem ajudar a abrir as portas dos segredos da longevidade? Conheça mais sobre a Biologia dos cupins.

Cupins e Florestas

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Madeira e material vegetal seco (substâncias lignocelulósicas) são a mais abundante categoria de produção primária em ambientes naturais terrestres, e os cupins são o principal grupo de animais adaptados a se alimentar delas. São, portanto, fundamentais na reciclagem de nutrientes em muitos ambientes naturais.
Além disto os cupins são uma importante fonte de alimento para artrópodes, anfíbios, répteis, pássaros e mamíferos que forrageiam no solo.
O esforço de preservação da vida selvagem em ambientes tropicais depende de se conhecer a ecologia dos cupins.

METÓDOS DE CONTROLEDDBonsai Descupinização e Dedetizadora

É interessante frisar, neste momento, que os dados apresentados a seguir visam orientar o consumidor para que possa estar ciente do problema que está enfrentando.
O uso de alguns produtos para o controle de cupins é restrito a entidades especializadas e, mesmo produtos de venda livre devem ser manipulados com segurança As principais estratégias de controle de cupins serão apresentadas a seguir.
Por profissionais que conheçam o seu ofício. Recomendamos que, após compreendido o tipo de tratamento que será necessário fazer, seja solicitado um orçamento, para controle de uma empresa especializada no controle de pragas urbanas.
O ponto mais importante na contratação de uma empresa profissional é a certeza de estarem utilizando as ferramentas corretas para fazer o controle, com toda a segurança para os moradores ou freqüentadores da estrutura tratada e os termos de garantia de controle e licenças de funcionamento expedido pelo Centro de Vigilancia Sanitaria e Ministério da Saúde, onde a eficiência dos produtos e a segurança do ser humano são tratadas com responsabilidade.

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CONTROLE DE CUPINS EM ÁREAS URBANASDescupinizadora em Maua

Os problemas com cupins vêm crescendo e causando prejuízos cada vez maiores em diversas áreas urbanas no Brasil e no mundo.
Provavelmente o impacto ambiental provocado pelo processo de urbanização e a alta plasticidade biológica dos cupins tem contribuindo para este aumento.
Controlar cupins é, certamente, um dos mais difíceis desafios técnicos enfrentados pelos profissionais de controle de pragas do mundo inteiro.
O sucesso no controle de qualquer praga (e, em especial, dos cupins) depende diretamente do nível de conhecimento sobre a biologia e comportamento das espécies alvo e da correta interpretação das diversas variáveis que intervém em cada situação.
Não existem receitas simples ou fórmulas milagrosas para o controle de cupins. As interações entre as populações destes insetos e as edificações atacadas podem ser bastante complexas.
Isto exige do profissional não somente conhecimento de biologia, mas também de construção civil, além de alguns anos de vivência de campo.
A amplitude e complexidade dos problemas com cupins exigem que o trabalho de controle seja desenvolvido de forma rigorosa, cumprindo um conjunto de etapas que nos permitam compreender o problema e planejar as ações necessárias para reverter a situação.
Somente depois sabermos o que (e por quê) devemos fazer, é que podemos executar as intervenções necessárias.
O primeiro passo para controlar uma infestação é a execução de uma boa inspeção visando:
a) encontrar indícios de atividades de cupins;
b) coletar exemplares que permitam identificar os insetos ou detectar sinais que permitam identificar o grupo de insetos responsável pelo problema.
c) reconhecer as estruturas atacadas, determinar a extensão da infestação e obter outras informações acerca da edificação.
De posse das informações levantadas durante a inspeção e cruzando estas informações com aquelas relativas à biologia da espécie infestante, podemos imaginar como a população que estamos querendo controlar está interagindo com a edificação.

Podemos, então, estabelecer que grandes movimentos será necessário para romper esta interação. A isto chamamos de elaboração da estratégia.
Elaborar a estratégia é analisar como o adversário se comporta e estabelecer meios de contra-atacar.
Em seguida é necessário detalhar as diferentes formas de intervenção que são necessárias para implementar a estratégia definida anteriormente.
A este procedimento chamamos de definição das táticas. Para tanto é necessário refletir sobre:
a) Que tipos de elementos precisam ser tratados;
b) Em que locais os tratamentos devem ser efetuados;
c) Qual a extensão de cada tratamento necessário ;
Como o tratamento será conduzido (formas de aplicação, produtos e solventes a serem utilizados em cada situação).

CONTROLE DE CUPINS SUBTERRÂNEOS – DDBonsai Descupinização e Dedetizadora

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Como vimos anteriormente, cupins subterrâneos necessitam de umidade para sobreviver e por causa disto colônias são geralmente encontradas no solo.
Os operários deixam a colônia em busca de alimentos (celulose) retornando à colônia para alimentar outras castas (soldados, reprodutores alados, rei e rainha) e em busca de umidade.
A necessidade de umidade é uma característica que pode, assim, ser utilizada para ajudar no controle destes insetos.
Por outro lado, locais onde pisos de madeira ou outras estruturas de madeira encontram em contato constante com o solo úmido, provêem fácil acesso entre o local da colônia e a fonte de alimento.
Alterações mecânicas, incluindo eliminação de pontos de contato da madeira com o solo, substituição de madeira ou objetos atacados, remoção de restos de celulose e redução do excesso de umidade na estrutura podem também ajudar no controle de infestações de cupins.

Coptotermes Gestróe, também conhecidos como cupins subterraneos “solo”.
Os Coptotermes Gestróe também conhecido como cupins subterrâneos são assim denominados por construírem seus ninhos no solo, tais como: caixões
Classificação:
Ordem : Isoptera
Família: Rhinotermitidae
Gênero: Coptotermes
Espécie: Coptotermes Gestróe

Aplicações no Exterior da Estrutura
Edificações no Exterior da Estrutura

Quando o acesso ao solo é fácil, pode se fazer uma trincheira para o tratamento do exterior da estrutura.
Este método envolve cavar uma trincheira ao longo do perímetro externo da fundação e então colocar a solução com calda cupinicida na dose 5 litros por metro linear para cada 30 centímetros de profundidade da sapata.
O solo é recolocado na trincheira a medida que é colocado o cupinicida, de modo a ser igualmente tratado. A trincheira deve ser cavada em um ângulo tal que forme uma cunha contra a fundação.
Desta maneira, a solução cupinicida tenderá a se depositar próximo à estrutura e não longe dela. A largura da trincheira deve ser de cerca de 15 centímetros enquanto que a profundidade irá depender da profundidade da sapata.
Uma trincheira deve ser cavada tão profundamente o possível para atingir o topo da sapata.
Em alguns casos, pode ser interessante que a trincheira seja preenchida com um pouco mais de terra tratada de maneira a evitar que aja acúmulo de água próximo ao perímetro externo da estrutura.

METODO DE TRINCHEIRA

O uso de trincheiras é limitado a sapatas com uma profundidade de no máximo 45 centímetros. Sapatas mais profundas exigem que se injete o produto no solo para que ele possa penetrar em todo o perfil a ser tratado.
Esta técnica envolve a colocação do produto, sob pressão, através da superfície do solo, com um equipamento injetor direcionado ao topo da sapata. Sempre quando possível, a trincheira deve ser usado em conjunto com a injeção de solo.
A trincheira ajuda a prevenir que a calda aplicada saia da área tratada. O injetor deve ser inserido cerca de 15 centímetros de distância da estrutura, formando um pequeno ângulo com o solo de modo a se aproximar da sapata.
Este procedimento, assim como no ângulo da trincheira, ajuda para que o produto se mantenha próximo à estrutura da casa. O injetor deve ser inserido a intervalos regulares de 30 centímetros no solo e a solução cupinicida deve ser aplicada a razão de 5 litros por metro linear para cada 30 centímetros de profundidade.
Como no método da trincheira, o solo retirado do local deve ser tratado com a solução cupinicida quando é colocado de volta.

Aplicações no Interior da Estrutura

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Para se atingir o outro lado da fundação, é necessário tratar o solo abaixo da estrutura, injetando-se o produto através do piso de cimento, no interior da estrutura.
O tratamento de solo no interior da estrutura só é possível com o estabelecimento de furos verticais através do cimento próximo às paredes estruturais.
O tratamento apropriado de estrutura de cimento envolve a aplicação da solução cupinicida em áreas onde os cupins podem entrar na estrutura através do cimento, através de juntas de expansão, falhas no cimento e aberturas através de encanamentos de água ou elétricos.
Nestes casos, a solução cupinicida é também aplicada na dose de 5 litros de calda por metro linear de perímetro, para cada 30 centímetros de profundidade da sapata.
As perfurações são usualmente feitas de 30 a 45 centímetros de distância uma das outras, dependendo do tipo de solo e grau de compactação e a cerca de 7 centímetros das paredes estruturais.
O tratamento do interior de construções com estrutura de cimento envolve riscos específicos por causa da presença de encanamentos que podem atravessar o piso, tanto de gás, quanto de água ou até mesmo tubulações elétricas.
Estas tubulações podem ser danificadas por ocasião da perfuração do piso para a aplicação do produto.
A necessidade de furos em toda a estrutura é um trabalho intensivo e muitas vezes de difícil orçamento o que faz com que, muitas vezes, a empresa responsável não o considere como parte do tratamento de cupins subterrâneos.
Este procedimento pode levar a um tratamento incompleto e posterior reincidência do ataque de cupins naquela estrutura. Assegurar-se que a empresa fará um tratamento correto da estrutura é imprescindível para o efetivo controle deste cupim, assim como selecionar uma empresa devidamente capacitada para a realização deste serviço.

Tratamento do Solo – DDBonsai Descupinização e Dedetizadora
No caso de cupins de madeira seca, sugerimos o tratamento direto da madeira atacada, procurando injetar o cupinicida nas galerias que formam o ninho do cupim que, como vimos encontra-se restrito à peça atacada. O tratamento, neste caso, é efetivo para o controle da infestação.

No caso de cupins subterrâneos, a colônia encontra-se fora do local de ataque. Desta maneira o tratamento da peça atacada não é suficiente para controlar a infestação, pois os cupins simplesmente podem passar a atacar outro local ainda não tratado.
Desta maneira, duas alternativas podem ser adotadas: o uso de uma barreira química ao redor da estrutura e o uso de iscas colocadas no solo.
A barreira química nada mais é do que o tratamento do solo imediatamente adjacente à estrutura com o objetivo de evitar com que o cupim encontre frestas de acesso à mesma, havendo necessidade de ser tratar tanto o solo abaixo da estrutura (interior) quanto ao solo ao seu redor (exterior), próximos à fundação da estrutura.
As intervenções necessárias para se fazer este tratamento em estruturas envolvem um trabalho intensivo, apresentando muitas vezes necessidade de se furarem pisos e paredes.
Desta maneira, as melhores oportunidades para se tratar cupins aparecem durante as reformas de imóveis, quando têm-se maior liberdade para realizarem-se as intervenções necessárias.
Outra oportunidade a ser considerada é tratar o solo antes do imóvel ser construído, prevenindo-se assim futuros ataques.
Invasão de cupins pelo solo

Os cupins vêem em direção as edificações por meio do solo, a rainha pode encontrar-se no local, como também a uma distancia de 300 metros a um ângulo de 360º, sua proliferação diária pode chegar de 3.000 a 25.000 soldados operários ao dia a procura do alimento (celulose).
Estes operários invadem casas e edifícios através de rachaduras, redes hidráulicas e elétrica, devorando móveis, assoalhos, livros, capas de cabos elétricos, etc.
Quando o morador detecta o problema, significa que a infestação já atingiu graus alarmantes, não adiantando uma aplicação superficial, pois não iria eliminar o restante da colônia, apenas alguns operários, pois os cupins migram de um ponto ao outro, não podendo se realizada a descupinização localizada.

Começo da investigação – DDBonsai Descupinização e Dedetizadora

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Paredes, assoalhos, tubulações, locais úmidos, caixões perdidos, porões e rachaduras deverão ser examinados cuidadosamente. Mas somente os especialistas conhecem muito bem os inimigos e sabem como aplicar os inseticidas para combatê-los.

Começo da aplicação
Aplica-se barreira química em pontos estratégicos do solo, dentro e fora do edifício ou casa. Imediatamente, forma-se uma barreira protetora, impedindo a translocação dos cupins operários entre a colônia e a madeira, evitando novos ataques.

Tratamento de Solo (Barreira Química ou Bolsão Químico)
Nesta etapa será feito o tratamento químico no solo, onde serão construídas uniformemente barreiras químicas protetoras contínuas e homogêneas, do tipo bolsão, com calda cupinicida de forte ação residual em pontos específicos ou ao redor de todos os pontos de contato das estruturas, paredes e edificações em geral, levando a morte instantânea de todos os indivíduos presentes no solo, considerando sempre presente o princípio ativo, características residuais dos produtos, impedindo futuros ataques de novas colônias as áreas protegidas.
Os produtos serão aplicados no solo, na quantidade de 03 a 05 litros por metro linear, junto aos alicerces, em todo perímetro da área a ser protegida, seguindo os parâmetros técnicos do IPT / SP, sistematicamente, com distâncias de 30 a 40 cm no Maximo horizontalmente e perfuração no solo de 30cm de profundidade, atingindo a uma profundidade de até 1.20m.
Estas caldas cupinicida são injetadas com bombas de alta pressão, guiado por trado:
*** específico que aplicará o produto a razão de (1) um litro e meio a (2) dois a cada perfuração em 360º, causando o mínimo de danos ao imóvel e obtendo o resultado eficaz.
*** Trado é uma haste metálica que mede entre 100 a 120 cm de comprimento por 16 mm e 10mm de diâmetro para a aplicação no Solo ou sob pisos acamados em alta pressão.

O Tratamento de Descupinização Pode Ser Preventivo ou Ofensivo

No caso de cupins subterrâneos, o uso de madeiras já tratadas durante a construção ou reforma de uma determinada estrutura, seja ela para fins residenciais ou comerciais, deve ser priorizado como uma estratégia de prevenção dos ataques futuros.

Objetividade:  Atender a exigências de NOSSOS Clientes;

NOSSA META:  Qualidade, Preço Justo e seriedade 

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